Bilbau - Novembro de 2002.


Durante a década de 80 a economia Basca sofre a sua maior crise.

A siderurgia e a construção naval partem para mercados mais atractivos, de mão de obra mais barata: a Ásia e a Europa de Leste.

Com uma crise galopante, afectando todos os sectores da sociedade Basca, impunha-se a busca de modelos económicos alternativos, virados para a cultura, os serviços e o lazer.

De um amontoado de estaleiros e grandes oficinas abandonadas, a cidade de Bilbau, estrutura-se em torno do seu rio.

O rio que outrora servira de estrada para escoar os seus produtos, ladeado por unidades industriais, abre-se à cidade com espaços criados para o efeito: marginais e terraços permitem ao passeante percorrer toda a cidade contornando as suas margens.

Com a reconversão urbanística surgem grandes aparelhos culturais, entre os quais o Museu Guggenheim, o Palácio da Música e Congressos, o renovado Museu de Belas Artes, etc..

Ria


A ria


Ponte Calatrava


A "Passarela de Uribitarte", do arquitecto Santiago Calatrava, assemelha-se a um barco à vela, com  o seu chão em vidro  e o seu arco inclinado que liga de forma harmoniosa as duas margens da "Ria de Nervión".

Nesta foto a Duda acentua a inclinação do arco numa foto de belo efeito artístico.


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